Disputa eleitoral em foco: Lula e Flávio sob a análise das últimas pesquisas do Real Time Big Data

A pesquisa mais recente da Real Time Big Data, divulgada nesta segunda-feira, 1º, reafirma a tendência observada nas últimas semanas na disputa presidencial de 2026. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva continua à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), mesmo após o desgaste causado pelo escândalo relacionado ao Banco Master e os áudios envolvendo o parlamentar e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. As próximas pesquisas irão avaliar como as tarifas do Trump influenciam esses números.

No cenário mais relevante para o primeiro turno, Lula registra 38% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro aparece com 31%. Ambos estão bem à frente dos demais candidatos analisados pela pesquisa.

No que diz respeito à simulação do segundo turno, o presidente tem 45% das intenções de voto, em comparação a 40% de Flávio. Em relação ao levantamento anterior da Real Time Big Data, Lula teve um aumento de dois pontos percentuais, enquanto Flávio viu uma queda de quatro pontos.

<pA pesquisa foi realizada entre 29 e 30 de maio, com 2.000 entrevistados. A margem de erro é de dois pontos percentuais e a confiabilidade é de 95%.

Resultados da nova pesquisa Real Time Big Data

A nova edição da pesquisa confirmou a posição predominante de Lula e destacou Flávio como a principal figura da direita, apesar das dificuldades enfrentadas recentemente.

Além dos dois líderes, Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD) aparecem empatados com 6%. Romeu Zema (Novo) obteve 4%, enquanto Aécio Neves (PSDB) e Joaquim Barbosa (DC) marcaram 3% cada um.

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Em um segundo cenário, onde Aldo Rebelo substitui Joaquim Barbosa, os percentuais permanecem inalterados para Lula e Flávio: 38% e 31%, respectivamente. Novamente, Lula cresceu dois pontos enquanto Flávio perdeu quatro em comparação ao levantamento anterior.

E quanto aos outros candidatos no segundo turno?

A pesquisa também simulou possíveis confrontos no segundo turno entre Lula e Ronaldo Caiado, Romeu Zema, Renan Santos e Aécio Neves. Contra Caiado e Zema, o presidente estaria em um empate técnico, mas venceria os outros dois com vantagem significativa.

Caiado representa o maior desafio para o petista; ambos ficariam empatados em 43%. Além disso, 8% se disseram inclinados a votar em branco ou nulo, e 6% não souberam responder. Em contrapartida, contra Zema, Lula também teria os mesmos 43%, mas o ex-governador mineiro alcançaria apenas 40%. Os votos brancos e nulos somariam 11%, enquanto 6% dos entrevistados não opinaram ou estavam indecisos.

Caso houvesse uma disputa contra Renan Santos, Lula ficaria com 46%, enquanto Renan teria 30%. Os votos nulos e brancos totalizariam 12%, mesmo percentual dos indecisos. Se a disputa fosse contra Aécio Neves, o presidente alcançaria 47%, contra apenas 23% do tucano. Os votos em branco ou nulos chegariam a 16%, com 14% sem resposta.

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A influência do escândalo de Flávio nas pesquisas eleitorais

O impacto contínuo do escândalo do Banco Master sobre Flávio Bolsonaro

A divulgação das pesquisas após o vazamento dos áudios indica um desgaste político significativo para o senador do PL. A AtlasIntel publicou em 19 de maio que Lula tinha quase treze pontos de vantagem sobre Flávio no primeiro turno. Dias depois, o Datafolha constatou um aumento na vantagem do petista no segundo turno.

Dando continuidade a esse movimento, as pesquisas BTG Nexus e Meio/Ideia corroboraram os dados anteriores. A BTG Nexus indicou que Lula estava com 40%, enquanto Flávio tinha 35% no primeiro turno; no segundo turno a vantagem era de 47% para Lula contra 43% para Flávio. Por sua vez, a Meio/Ideia apontou uma vantagem semelhante para Lula: 46,5% versus 41,4%. Além disso, as análises mostraram um crescimento na rejeição ao senador e um aumento no número de eleitores indecisos ou que preferem votar em branco ou nulo.

A direita possui alternativas competitivas?

A despeito da queda nas intenções de voto para Flávio Bolsonaro em algumas pesquisas recentes, os dados continuam a mostrar que outros nomes da direita enfrentam dificuldades significativas para quebrar a polarização entre lulismo e bolsonarismo. Pré-candidatos como Romeu Zema, Ronaldo Caiado e Renan Santos continuam distantes dos líderes atuais.

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Esse panorama pode ajudar a explicar porque parte do eleitorado conservador decidiu migrar temporariamente para opções como votos brancos ou nulos ao invés de apoiar outro candidato da oposição.

O que as pesquisas indicam para as eleições de 2026?

No geral, as pesquisas realizadas após o escândalo do Banco Master revelam uma recuperação política por parte de Lula e um desgaste progressivo na candidatura de Flávio Bolsonaro.

Simultaneamente, os levantamentos evidenciam que a polarização entre PT e bolsonarismo continua sendo predominante na corrida presidencial. Apesar das quedas em algumas séries históricas, Flávio permanece bem à frente dos demais candidatos da direita e continua sendo visto como o principal adversário do presidente na luta pelo Palácio do Planalto.

PESQUISAS+IA: Este resumo foi elaborado com suporte tecnológico avançado sob supervisão humana.

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