Billy Joel critica sua cinebiografia: ‘Um erro de interpretação

O cantor e pianista Billy Joel classificou como um “equívoco” a cinebiografia que será lançada em breve, intitulada Billy & Me. O filme retrata a trajetória de Joel antes de alcançar a fama com o álbum Piano Man, lançado em 1973, e é baseado na perspectiva de seu primeiro empresário, Irwin Mazur. Mazur descobriu o artista em 1966 e o contratou em 1970, gerenciando sua carreira até 1972, quando Joel firmou contrato com a Columbia Records. Contudo, o cantor não deu sua autorização nem colaborou com a produção do filme.

Em declaração à revista Variety, a equipe de Billy Joel enfatizou a ausência de apoio do artista. “Desde 2021, os envolvidos foram oficialmente informados de que não têm direitos sobre a vida de Billy Joel e não podem assegurar os direitos musicais necessários para este projeto. (…) Prosseguir sem sua anuência seria um erro tanto legal quanto profissional”, afirmaram. Essa oposição pode resultar em ações judiciais contra os responsáveis pela produção.

O roteirista Adam Ripp defende que “o projeto foi concebido como uma narrativa íntima sobre as relações e as pessoas que cercavam Billy durante esse período específico de sua vida”. Apesar de não ter os direitos sobre a vida do cantor, Ripp afirma possuir os direitos relacionados à vida de Irwin Mazur, bem como de Jon Small, um antigo amigo de Joel e ex-integrante da banda dele, que atuou como consultor do filme. Small considera que a cinebiografia representa o “retrato mais fiel, honesto e autêntico da infância de Billy”.

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