No dia 21 de novembro, o longa-metragem brasileiro Vicentina Pede Desculpas foi oficialmente incluído na seleção do Festival Internacional de Cinema de Toronto (TIFF), no Canadá. Este festival é considerado um dos mais relevantes para aqueles que almejam as principais premiações de Hollywood. Em 2025, por exemplo, cinco obras exibidas no TIFF foram indicadas ao Oscar: Frankenstein; Hamnet: A Vida Antes de Hamlet; Valor Sentimental; Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria, além do fenômeno pernambucano O Agente Secreto.
Com a significativa colaboração da Netflix, que trabalhou em conjunto com a produtora mineira Filmes de Plástico, Vicentina Pede Desculpas é dirigido por Gabriel Martins. O cineasta já conquistou plateias internacionais com seu filme anterior, Marte Um (2022), que retrata os desafios enfrentados por uma família de classe baixa, especialmente através da perspectiva de Deivinho (Cícero Lucas), o filho mais novo que sonha em se tornar um astrônomo como Neil Degrasse Tyson.
O estilo emocional característico de Martins brilha novamente na narrativa de Vicentina Pede Desculpas, que centra-se em Vicentina (Rejane Faria), uma mãe atormentada pela perda do filho Wesley, um motorista de ônibus que faleceu em um trágico acidente. Ao longo da história, Vicentina percebe que as circunstâncias podem ser mais complexas do que aparentam e que a tragédia pode ter sido causada pelo próprio filho. Consumida pelo arrependimento, ela inicia uma jornada para encontrar as famílias das outras vítimas e pedir perdão.
Pelo Instagram, Martins compartilhou que Vicentina era o nome de sua avó e que essa figura familiar serviu como inspiração para a protagonista. O diretor também expressou sua gratidão à equipe de produção e aos colegas de elenco. Até o momento, não foi divulgada uma data para a estreia do filme no Brasil.
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Bem Ironico
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